segunda-feira, 16 de abril de 2018

Blindagem de Alckmin, somada a prisão de Lula, desmascara a Lava Jato

Com o maior inimigo dos golpistas finalmente - e injustamente - preso, a plutocracia parece respirar aliviada. A mídia já começa a parar de rosnar e se ocupa agora de tentar construir o seu candidato para completar a destruição do país, iniciada com o golpe de 2016.

Muita gente pensava que a operação conhecida como "Lava Jato" (interessante como a Polícia Federal adora colocar nomes bobos em suas operações) era uma iniciativa séria para combater a chamada corrupção. Não é.

Na verdade, a Lava Jato é uma operação orquestrada pela parceria entre a CIA e o FBI com as Grandes Corporações Empresariais para tirar governos que se recusem a se submeter às diretrizes impostas pelo governo norte-americano. Muitos acontecimentos levaram a crer que esta seria uma operação deste tipo, algo finalmente comprovado recentemente.

Dá para perceber porque a Lava Jato não prendeu nenhum tucano de alta plumagem (nomes dados a lideranças do PSDB). De tucanos, só prendeu os pequenininhos, com a finalidade de forjar para a opinião pública uma falsa imparcialidade. Mas o grosso mesmo era usar a operação para desmontar qualquer chance de novos governos progressistas, que repartam renda, direitos e protejam a soberania nacional.

A Lava Jato não prendeu nenhum tucano por um motivo simples: a Lava Jato sendo uma operação norte-americana, trabalha para as mesmas forças que contrataram o PSDB como seu braço político. Eu mesmo havia explicado, em vídeo, o motivo de nenhum integrante do PSDB ser preso. O PSDB trabalha para as grandes corporações e mesmo sem prestígio, o partido ainda dá sinais de força e influência.

Mesmo que a sigla PSDB se torne algo repulsivo, as forças que a controlam tem condições de criar outro partido ou entidade que continuará com a mesma função, mas com outro nome e outras características aparentes. Mas exatamente com a mesma finalidade: proteger a ganância dos poderosos aliados ao governo dos EUA e aos maiores empresários mundiais, estes os verdadeiros controladores do mundo.

Alckmin parece ser a esperança de proteger o PSDB

Mesmo desprestigiado, o PSDB continua a agir. Enquanto um novo plano não aparece, deve se insistir com o que está aí. E a aposta dos tucanos é o sisudo Geraldo Alckmin, que apesar de não ter carisma (é apelidado de "Picolé de Chuchu", um picolé que não tem gosto), é ligado a grupo religioso e tem uma postura sóbria que agrada aos conservadores que votarão no partido.

Foi anunciado recentemente que o político paulista, que deixou o governo de São Paulo para provavelmente se candidatar pelo partido a ser o continuador do golpe de 2016, não será investigado pela Lava Jato. A decisão teve bastante repercussão pois foi tomada  logo após a prisão de Lula, claramente política e que usou uma desculpa mais o que esfarrapada para incriminá-lo.

A estranha coincidência mostra que para os controladores e patrocinadores da Lava Jato, a prisão de Lula deixou um caminho aberto para uma vitória de um golpista por WO (Walkover ou Without Oponent, sem concorrente). Uma boa brecha para Geraldo Alckmin poder entrar.

Sabe-se bem que a Lava Jato é uma farsa. É uma operação encomendada pelas forças que não desejam que o Brasil se torne uma potência e tenha justiça social. O desejo dos líderes do planeta é que o Brasil seja uma espécie de "Africa das Américas", subdesenvolvido, miserável e reduzido a exportador de commodities (matéria prima e recursos naturais).

Finalmente descobrimos que o combate a este inimigo abstrato chamado "corrupção" não existe. O que existe de fato é uma luta feita pelos fortes para esmagar os fracos. E pelo jeito os fortes continuam vencendo. Ate quando, isso vai demorar...

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