segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Entendendo a "Pilantropia" de George Soros

No mundo atual, não é mais eficiente dominar pela força. Pega muito mal, gerando danos visíveis. Os poderosos, ainda sedentos por dominar a população, agora recorrem a métodos mais pacíficos e brandos para manter a sociedade intelectualmente inerte, evitando transformá-la em ameaça aos interesses que mantém os privilégios dos mais ricos.

Uma das formas mais eficientes de domínio é sustentar financeiramente o alvo dessa dominação. Sabe-se que, dependente de seu tutor, o sustentado não se rebela, obedece cegamente, já que necessita do sustento mantido pelo seu tutor que quase sempre é condicional.

É assim que age George Soros, o famoso especulador financeiro que em muitas vezes tentou bagunçar as bolsas de valores para obter favorecimentos. Hoje, mantém o projeto Open Business, de fachada altruísta, mas que na verdade tem o objetivo de criar vínculos com movimentos de esquerda pelo mundo na tentativa de deturpá-los e matá-los silenciosamente. 

Como um vírus que se infiltra em uma célula para destrui-la, Soros, homem assumidamente de direita, nunca iria patrocinar estes movimentos visando boas intenções. Ele sabe muito bem que não combinaria com seus interesses fortalecer o lado inimigo, oposto ao de suas convicções. Se ele entrou nessa de patrocinar os movimentos de esquerda é justamente para enfraquecê-los, pois e a forma mais doce de domínio, sem derramamento de sangue e sem uma dor seu quer, onde ainda ele saí como "bom homem" pelo seu pseudo-altruísmo que somente os bem informados conseguem perceber sua vilania. Cuidado. O lobo se fez de pastor para depois engolir suas ovelhas.

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